Marty McFly e Doutor Brown visitam Jimmy Kimmel

Trailer espetacular de Star Wars: o Despertar da Força

Trailer: Agents of S.H.I.E.L.D

Assista agora ao trailer do novo seriado Agents of S.H.I.E.L.D.

http://www.youtube.com/watch?v=PerIAuv27SQ

 

 

Novo Trailer de “Man of Steel” – O Novo Superman

Já está no ar o novo trailer do filme “Man of Steel”. o novo filme do Superman que tem lançamento previsto para 12 de julho de 2013

Confira a versão dublada:

 

via Jovem Nerd

Enterrado Vivo (2010)

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A ideia de ser enterrado vivo é recorrente desde que se descobriu a chamada catalepsia patológica, quando a pessoa fica em um estado tal que parece estar morta, mas na verdade está consciente, recobrando seu estado normal horas depois. No passado, pessoas iam direto pra vala em casos como esse…….e quem sabe hoje em dia também vão?

Em Enterrado Vivo, as causas para o enterramento na verdade são outras.

Paul Conroy (Ryan Reynolds) acorda dentro de um caixão embaixo da terra em algum lugar do Iraque (ou não!), região na qual prestava serviço como motorista de caminhão, transportando mantimentos para tropas americanas.

Com a ajuda de um celular deixado no caixão, ele descobre como sair de lá: deve providenciar o pagamento de seu próprio resgate junto ao governo americano, conforme orientações do iraquiano que o enterrou.

O filme se passa todo no mesmo ambiente, não há sequer uma tomada externa. A narrativa é 100% do ponto de vista de Conroy, o que contribui para que o público entenda a claustrofóbica situação da personagem.

O diretor espanhol Rodrigo Cortéz soube dar ao filme um ótimo andamento já que, com este formato e tema, as chances de tudo se tornar tedioso eram altíssimas.

O filme é excelente, apesar de achar uma ficção sensacional o celular do cara ter sinal embaixo da terra. Não sei como é o sinal de celular em outros países, mas se Paul Conroy tivesse sido enterrado no Brasil ele estaria “mortinho da silva” se dependesse disso.

Aclamado pela crítica, Enterrado Vivo não teve muita promoção por aqui na época de seu lançamento. Entretanto, considero um grande sucesso dos cinemas. Afinal, como chamar de fracassado um filme que faturou 19 milhões de dólares com um “miserável” orçamento de $ 2.000.000,00 pra filmar apenas um ator dentro de uma caixa?

Pois é, as vezes menos é mais. Assim como quem está enterrado as vezes está vivo…..

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http://www.youtube.com/watch?v=aRQ0oqFBoP4

O Sequestro do Metrô 1 2 3 (2009)

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John Travolta e Denzel Washington estão no thriller O Sequestro do Metrô 1 2 3, remake do original de 1974.

Walter Garber (Washington) é um alto executivo de uma companhia de metrô de Nova Iorque que amarga uma “geladeira” na central de controle dos trens por estar sendo investigado em um caso de suborno.

Ele acaba tendo que lidar com o sequestrador Ryder, que toma um dos vagões sob seu controle, exigindo da prefeitura 10 milhões de dólares em 1 hora e multa de um passageiro morto a cada minuto de atraso no pagamento.

Em geral, filmes sobre sequestros são sempre instigantes pois retratam o aspecto psicológico da negociação envolvida.

O quebra-cabeça argumentativo dos personagens é quase o mesmo que todos nós lidamos em nosso dia a dia em situações das mais diversas, como a tentativa de cancelar um serviço de operadora de celular ou até o “pisar de ovos” com seu chefe quando você faz aquela caca básica.

Quando realmente você se projeta na pele do personagem, significa que o filme sincronizou com sucesso todos os elementos necessários (narrativa, andamento, clima e etc…) para que isso acontecesse.

Travolta faz o vilão sarcástico clássico, mas com uma pitada de desequilíbrio que deixa tudo imprevisível e mais difícil para o negociador de primeira viagem Garber, inerpretado por Denzel Washington, cuja cara de funcionário perdido com um abacaxi pra descascar ficou perfeita. Palmas pra ele.

Alguns exageros estão presentes, claro. Como fazer um filme de suspense/ação sem eles? As vezes o “tempo” é subestimado, o que resulta em coisas como Garber conseguir sair da rua, fora do prédio onde estava, e voltar correndo ao telefone da negociação em coisa de 10 segundos, contados pelo sequestrador.

A “parte nobre” do filme vai do início até o momento em que Garber e Ryder se encontram pessoalmente. A partir daí, o “mais do mesmo” se estabelece com a típica perseguição urbana e o final que todos já vimos em vários outros filmes como “Um dia de Fúria”, “Máquina Mortífera” e etc…

De qualquer forma, O Sequestro do Metrô 1 2 3, dirigido por Tony Scott, fecha positivo no saldo final e ainda te deixa receoso de pegar o metrô amanhã de manhã. Vai que você ouve a voz do Travolta anunciando a próxima estação……

TRAILER

http://www.youtube.com/watch?v=1aB-ZLUqbKE

A História Sem Fim II (1990)

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Quem era criança nos anos 90 deve lembrar deste filme, que passava dia sim, dia não no SBT.

Não me lembro de ter assistido nesta época, apesar de ser claro na minha cabeça os anúncios na TV, com o cachorrão branco voador maneiro e o gigante de pedra fantástico.

Ver esse filme hoje em dia é legal por conta da nostalgia e pra constatar como o cinema evoluiu drasticamente em pouco mais de 20 anos.

Bastian é um garoto que retorna às aventuras de Fantasia, narradas em um livro misterioso que ele rouba de uma biblioteca. Sua missão é salvar essa terra fantástica do chamado “vazio”.

O conceito e enredo é parecido com o de A História Sem Fim (1984), entretanto não há aqui a mesma “mágica” do primeiro filme.

É inacreditável como os efeitos especiais são extremamente primários, até para 1990. Alguns monstros de Fantasia parecem ter vindo direto de algum episódio do Jaspion, tamanha a precariedade.

Também o fato de todo o elenco original ter sido trocado (salvo o dono da biblioteca), é um belo ponto negativo. Não se faz isso com uma sequência.

Faltaram também momentos épicos e de grandiosidade, presentes aos montes no primeiro filme.

Considero tudo isso imperdoável, até porque trata-se de um sequência feita 6 anos depois.

Como nem tudo são espinhos, a trilha sonora continuou sensacional e o carismático cachorrão Falkor é sempre bacana, e eu o considero o principal símbolo da franquia.

A História Sem Fim II é um filme infantil, e eu adoro filmes infantis. Mas poderia ser infinitamente melhor se eles soubessem administrar a falta de recursos técnicos e não escancará-los. O filme anterior fez isso muito bem, sendo anos mais antigo.

Aliás, um remake da franquia seria muito bem-vindo hoje. Com um bom diretor e o elenco certo, seria um blockbuster maior ainda do que já foi antigamente. Torçamos.

TRAILER

http://www.youtube.com/watch?v=Lz28TAlK064

Capitão América: O Primeiro Vingador (2011)

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Confesso que nunca me interessei em conhecer o Capitão América. A julgar apenas de vista, sempre me pareceu apenas um herói patriota pendendo mais para o lado do patético.

Em parte, eu não estava errado. Existe um lado muito cômico neste herói, e isso é retratado em Capitão América: O Primeiro Vingador.

Afinal, o que você pensaria de um herói que começa franzino como uma criança desnutrida e que, apesar disso, quer de todas as formas servir o seu país na Segunda Guerra, alegando consciência pesada pelos soldados americanos que já estão lá se matando?

E ainda, como se não bastasse, mesmo após conseguir um físico avantajado e digno de respeito após servir de cobaia em uma experiência científica, ele é aproveitado apenas como uma caricatura de si mesmo em um ato musical exibido em teatros para iludir o público americano sobre a guerra.

Mas para a alegria geral dos fãs de super-heróis, e para derrubar meus conceitos pré concebidos, o filme não pára por aí.

Steve Rogers, alter-ego do Capitão, não se contenta com toda a palhaçada e parte sozinho em direção às linhas inimigas, ganhando a credibilidade que precisava após resgatar um grupo de soldados já tidos como mortos.

E isso é o bastante para que ele fosse o designado a enfrentar o maligno Dr. Shmidt, líder da organização Hydra, especializada na singela atividade da destruição em massa.

Este é um belo filme para se começar a entender Os Vingadores. Você vai encontrar referências ao Thor e até conhecerá o pai do Homem de Ferro capitaneando as Indústrias Stark em seus primórdios (uma espécie de ACME se Os Vingadores fossem dos Looney Tunes).

Chris Evans (o Tocha Humana de Quarteto Fantástico) interpreta o nosso herói, e é de impressionar o bom trabalho da galera dos efeitos especiais ao conseguir colocar um convincente Steve Rogers raquítico de magro na tela sem precisar trocar o ator.

Hugo Weaving (o líder elfo Elrond de O Senhor dos Anéis) faz um excelente Dr. Schmidt e não deu nem pra lembrar do elfo boa praça de outrora.

Não conheço os quadrinhos, mas esta primeira referência sobre o Capitão América já o coloca no hall dos heróis que podem tocar no tornozelo do Superman.

Aliás, mudando de assunto, passou da hora de rodarem um bom filme do Homem de Aço, hein?

Existe um em vias de lançamento, veremos se prestará.

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http://www.youtube.com/watch?v=KZvYAlkScm4

A Hora Mais Escura (2012)

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Para simplificar e deixar bem claro, o tema principal deste filme é: como os Estados Unidos encontraram e mataram Osama Bin Laden.

Agora outro detalhe importante. País de produção do filme: Estados Unidos.

Isto posto (e você deve estar ciente das informações acima antes de assisti-lo), podemos analisar A Hora Mais Escura como uma esforçada tentativa de seus produtores de contar um dos casos de eliminação de inimigos número 1 mais nebulosos da história recente.

Imagine a dificuldade de se fazer um filme desse. É claro que a CIA nunca abriria completamente o jogo sobre sua forma de operação no caso, por mais que Hollywood pedisse.

Temos então um longa em que o governo americano claramente decidiu o que seriam os “publicáveis” fatos reais. A verdade nua e crua só pode ser encontrada mesmo em algum lugar de nossa imaginação, portanto.

A protagonista Maya, interpretada por Jessica Chastain (A Árvore da Vida), é uma agente da CIA que por anos trabalha na investigação sobre o paradeiro de Osama e não descansa até encontrar o barbudo. Para isso, ela bate de frente com vários figurões da Inteligência que acabam engolindo tudo a seco, tamanha a competência e determinação da moça.

O enredo, obviamente calcado em uma linguagem investigativa, chega nas portas do massante na primeira metade do filme. Algo mais conciso seria muito bem-vindo, por mais que o objetivo fosse evidenciar toda a complexidade da ação.

O momento da captura de Bin Laden é o grande auge, e a hora de maior tensão. Nota dez para a diretora Kathryn Bigelow que tomou o cuidado de não fantasiar sobre a invasão das tropas à residência do terrorista. Nada de glamourização para valorizar superficialmente o fato retratado.

Indicado a 5 Oscars na edição de 2013, A Hora Mais Escura abocanhou (empatado com 007  – Operação Skyfall) o prêmio de Melhor Edição de Som.

Envolvido em diversas polêmicas, como a cena inicial com áudios reais de vítimas do 11/09 no momento da tragédia, e o adiamento de sua data de lançamento para não coincidir com as eleições presidenciais americanas, o filme deve ser visto com certa parcimônia.

E se você achar as cenas de “tortura” leves demais, seja bem vindo à história americana segundo os próprios. É para poucos…

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http://www.youtube.com/watch?v=SvXTjHL5BGY

O Vôo (2012)

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emcartaz2Excelente drama estrelado por Denzel Washington (Um Ato de Coragem, O Sequestro do Metrô 123), O Vôo conta a história do comandante Whip, alcoólatra e viciado em drogas responsável por salvar quase todas as pessoas a bordo em um acidente aéreo de grandes proporções.

A palavra “quase” é o inferno de Whip durante todo o filme. Como 6 pessoas morreram, ele terá que provar que não estava chapado enquanto pilotava o avião, mesmo tendo bebido e cheirado “todas” desde a noite anterior.

Não entendo nada de aeronáutica, mas a cena em que ele faz com que o avião vire de ponta-cabeça para estabilizar e não cair é espetacular. A forma como a cena é dirigida, mostrando sempre o desespero dos passageiros e toda a extrema turbulência, te coloca dentro da ação.

Cheguei a cogitar como deslocada a interpretação muito calma de Washington durante a tensão da queda, até lembrar que ele estava de ressaca. Detalhe perfeito, afinal quem quer se estressar por “qualquer coisa” com a cabeça latejando e a boca seca? Avião caindo? “Não há de ser nada, inverta essa lata velha.”

Após o acidente, o filme vira um drama mais clássico, baseado na luta do protagonista em largar seu vício. Whip conhece Nicole Maggen, viciada em heroína em reabilitação, com quem acaba desenvolvendo uma relação conturbada.

O filme escancara mesmo todos os problemas relacionados ao alcoolismo, nos levando a crer que não há saída para o protagonista. Os vários anti-clímax a cada nova tentativa frustrada de vencer o vício minam gradativamente a “auto-estima” do próprio espectador.

Isso não é ruim. Em um filme como esse, a tacada de mestre do diretor Robert Zemeckis é exatamente essa. Você começa a entender perfeitamente a desgraça em que Whip está imerso.

Destaque para John Goodman (o Fred de Os Flinstones) interpretando um traficante espirituoso que parece ter vindo direto de um dos filmes de Se Beber Não Case.

O Voô foi indicado ao Oscar 2013 nas categorias Melhor Ator (Denzel Washington) e Melhor Roteiro Original (John Gatins), sem vencer nenhum dos dois prêmios.

Não sei se é um filme digno de Oscar, mas misturar fortes cenas de ação com um drama intenso funcionou muito bem aqui. Aliás, muito melhor do que misturar “álcool” e “manche”.

 

TRAILER

 http://www.youtube.com/watch?v=LdpzTsqRSPw

 

 

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